sábado, 13 de agosto de 2011

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Quem acompanha futebol não sabe o que está acontecendo com Adílson Batista. Quem só entra em sites de futebol enquanto o vídeo da semana do PC Siqueira está carregando sabe menos ainda. Realmente, complicado explicar. Depois de umas temporadas bem sucedidas no Cruzeiro, Adílson Batista teve a faca e o queijo na mão pra se tornar um dos mais vitoriosos técnicos de sua geração. Em sei lá, oito meses, ele teve o Corinthias e o Santos à sua disposição. Ambos os escretes facilmente identificados entre os melhores da nação. Diferente de Adílson Batista.

Todos aqueles que não leem nosso blog concordam que ele é um péssimo treinador. Não vou entrar no mérito da questão. Apenas afirmo que Adílson Batista não faz bem ao futebol brasileiro. O futebol brasileiro não faz bem a Adílson Batista. Recentemente, segundo me informaram, ele assumiu sua viuvez pelo Cruzeiro. Disse que não devia ter saído. Verdade. Saiu porque quis. Não estava mal. Foi só pressão dos incoerentes torcedores celestes. Aí deu no que deu. Seu saldo no Corinthians foi pra lá de negativo. 17 partidas, sete vitórias, quatro empates e seis derrotas. Foi, também, no Corinthians que ele desenvolveu sua rara arte de perder pontos para escretes que disputam uma singela vaga na Série B com o máximo de afinco. Foi demitido após uma derrota para o Patético Goianiense por 4 a 3, em pleno Pacaembu. Praticamente um trabalho de Hércules. Aí veio o Santos! Neymar Santos Jr! PH Ganso! Elano! Zé Love! Baldes e mais baldes de futebol arte. De que adiantou? Fez uma campanha medíocre. 11 partidas com cinco vitórias, cinco empates e apenas uma derrota. E derrota pra quem? Corinthians. Pelas barbas do profeta, né, Profeta? Foi chutado de lá antes que arruinasse o ótimo ano dos futuros-ex-meninos-da-vila. Então apareceu o Atlético Paranaense, sua equipe de coração. Será que daria certo? Deu! Perfeita combinação! Harmonia incrível! Nunca antes um escrete tão incompetente foi treinado por um técnico tão ruim. Mas isso não vende. Agride os bons costumes e ataca a família tradicional brasileira.


Hoje em dia não espero mais nada do simpático e campeão Adílson Batista. Campeão como jogador, claro! Não que eu desrespeite sua carreira como coach. Não são todos que na mesma estante ostentam um bicampeonato mineiro e um campeonato potiguar. Mas do jeito que as coisas tão indo ele vai se tornar mestre em outra rara arte: ser odiado pelos quatro maiores partidos do estado de São Paulo. Afiliados ao S.C. Corinthias Paulista e ao Santos Futebol Clube já aderiram à causa. Os do São Paulo Futebol Clube já estão se simpatizando. Isso é um aviso aos fiéis adeptos da Sociedade Esportiva Palmeiras? Não estou aguentando de ansiedade para o próximo e muito especial epísódio dessa novela que é a vida de Adílson Dias Batista.